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TERAPIA DE CASAL | RELACIONAL 

Espaço de escuta, cuidado e construção das relações


A terapia relacional é um espaço de cuidado, escuta e reflexão sobre as belezas, desafios e decisões da vida compartilhada. O foco é ampliar os recursos relacionais, o que se aplica a todos os formas de amar.   

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Um encontro que explora novos olhares sobre as relações contemporâneas, aprofundando o compromisso com uma clínica que acolhe a diversidade e respeita as escolhas afetivas.

 

- Agende uma entrevista inicial para pensarmos juntos sobre o melhor caminho de cuidado para seu relacionamento

 RELAÇÕES NÃO MONOGÂMICAS 

Atendo pessoas e vínculos não monogâmicos, com formação específica nessa área.

A psicoterapia relacional é indicada para:
    - pessoas e relações que já vivem a não monogamia
    - quem está em processos de abertura, transição ou redefinição dos acordos
    - vínculos que enfrentam desafios próprios da não monogamia, como comunicação, ciúmes, limites, acordos e assimetrias

Este é um espaço de escuta e cuidado terapêutico, no qual a não monogamia é abordada sem julgamento ou idealização, considerando tanto seus desafios quanto suas potências, a partir da experiência concreta de cada pessoa ou vínculo.

A terapia relacional oferece suporte quando há:

- desejo de ampliar o autoconhecimento e compreender padrões relacionais
- necessidade de nomear temas sensíveis, limites e necessidades
- dificuldades na comunicação e no manejo de conflitos
- decisões importantes sobre convivência, coabitação, parentalidade,
mudanças significativas na vida
- tensões com a família extensa ou o entorno social
- dúvidas sobre continuidade, transformação ou encerramento da relação

 

Cuidar desses processos com o auxílio de um profissional pode favorecer decisões mais conscientes, alinhadas aos desejos, limites e valores de cada pessoa envolvida.

 

Quando a relação atravessa uma crise

A psicoterapia relacional também pode ser um espaço seguro quando as relações atravessam crises.
Vínculos não são estruturas fixas: são atravessados por mudanças de vida, lutos, adoecimentos, transformações pessoais e outras contingências que podem impactar a relação.
Nessas situações, o cuidado terapêutico pode ajudar a sustentar conversas difíceis, elaborar afetos e construir caminhos possíveis, seja de continuidade, transformação ou encerramento consciente.

 

Como diz Esther Perel:

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“A maioria de nós terá dois ou três relacionamentos significativos em sua vida adulta. Alguns terão isso com a mesma pessoa".

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